quinta-feira, 28 de maio de 2009

Cante com a novela

Ok, vamos admitir que a novela Caminho Das Índias tem algumas características interessantes [ok de novo, eu assito (Y)].
Apesar de que na Índia da novela, todo mundo é bonito, limpo [não que os indianos sejam sujos...], fala português fluente [já repararam nisso??], que o rio Ganges é limpinho como um lago no vale dos unicórnios, e que a história é MUITO original, do estilo mocinho e mocinha se conhecem, se amam, se separam, se odeiam, se reencontram, se amam de novo e se casam no fim da novela com todas as coadjuvantes grávidas. Mesmo assim, dá para relaxar assistindo.

A pergunta que não quer calar é: o que quer dizer aquela música de abertura bizarra??
É por isso que o Pinguim aqui mostra aquilo que os begginers [obrigado terd] cantam alegremente. Vejam a tradução de BEEDI JALAILE [hein?]:

Sem cobertores
Sem lençóis
Sem cobertores
Sem lençóis
E este vento frio vem ao meu encontro
Sem cobertores
Sem lençóis
E este vento frio vem ao meu encontro
Está tão frio, pegue o lençol de alguém
Vá pegar um pouco do fogo da vida
Vá pegar um pouco do fogo da vida

Acenda seu cigarro
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo
Acenda seu cigarro
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo

Não deixe a fumaça sair de seus lábios, amor
Ah ha
Não deixe a fumaça sair de seus lábios, amor
Porque este mundo já está todo bagunçado

Acenda seu cigarro
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo

Sem cobertores
Sem lençóis
E este vento frio vem ao meu encontro
Está tão frio, pegue o lençol de alguém
Vá pegar um pouco do fogo do forno do vizinho
Vá pegar um pouco do fogo do forno do vizinho

Sem culpa
Sem provas
Sem culpa
Sem provas
Sem cometer crime algum
Fui sentenciado à morte
Fui sentenciado à morte

Algum dia, me chame de tarde
Leve-me ao julgamento, me amarre à coleira
Me chame
Me chame
De tarde
Algum dia
Algum dia
Condene-me

Acenda seu forno
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo
Acenda seu cigarro
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo

Nem mesmo a ponta de uma faca
Nem a adaga se compara
Nem mesmo a ponta de uma faca
Nem a adaga se compara
Ela me mordeu de tal maneira que deixou marcas
Um agricultor pararia de colher
Oh, como você pode gostar de um bruto como eu?

Oh, querida
Você ficaria com um bruto assim?
Oh, minha amada
Você ficaria com um bruto assim?

Sem contar
Sem me chamar
Sem contar
Sem me chamar
Ele me acorda do sono profundo
De repente meu destino vem aos meus lençóis
E me alimenta com gengibre, vindo até mim

Acenda o carvão
No meu coração
Como se houvesse um fogo ardendo

Está tão frio, pegue o lençol de alguém
Ah, vá pegar
Ah, vá pegar
Vá vá pegar
Vá pegar um pouco do fogo do forno do vizinho

PS.um prêmio para quem imaginou a Glória Perez digitando no limewire "indian music" e baixando a primeira que apareceu para colocar na abertura...

2 comentários:

  1. Certeeeeeeeeeeza que ela fez isso!!!

    Até porque, se ela soubesse desse papo aí de pegar o fogo do forno do vizinho, ela teria pedido pra globo pedir pra Perlla fazer uma versão em português, né?

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  2. mano...sério q a tradução é essa?
    to chocada!!!

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Sem palavrões aqui, PORRA!